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Castelo Branco SC quer fazer uma equipa para o futuro
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Lénia Ferreira: «A maior dificuldade que enfrentamos é o facto desta ser uma equipa totalmente amadora»
«Para já o objetivo principal é garantir a manutenção. Não temos muita experiência nesta Divisão»
A A época de voleibol arranca amanhã e a ilha do Faial tem dois representantes na Zona Açores do Campeonato Nacional da 2.ª Divisão de seniores masculinos: Castelo Branco Sport Clube (CBSC) e Fayal Sport Club (FSC)
O Castelo Branco SC joga a ronda inaugural fora de casa, amanhã e no domingo, enquanto o Fayal Sport SC recebe o seu primeiro adversário no pavilhão da Escola Manuel de Arriaga [VER AGENDA DESPORTIVA].
A série dos Açores da 2.ª Divisão conta com seis participantes: Associação Desportiva e Recreativa Escolar Praiense (ADREP), Castelo Branco Sport Clube (CBSC), Clube Desportivo Escolar das Flores (CDEF), Fayal Sport Club (FSC), Futebol Clube da Calheta (FCC) e Grupo Desportivo Velense (GDV). \
LÉNIA FERREIRA: «NÃO CONTAMOS COM JOGADORES CONTRATADOS»
Lénia Ferreira assume a ligação ao clube rubro-negro desde 2015, altura em que passou a residir no Faial. É treinadora de voleibol desde 2006 e, entre outros clubes, defendeu as cores da Associação de Jovens da Fonte do Bastardo (AJFB), referência açoriana da modalidade no plano nacional.
Por cá colaborou também com o Angústias Atlético Clube (AAC). Antes disso subiu à 2.ª Divisão com a AJFB em seniores femininos e noutros escalões ganhou medalhas e títulos, regionais e nacionais.
Tem pela frente, agora, a responsabilidade de orientar a equipa de seniores masculinos do Castelo Branco SC à procura da manutenção na série dos Açores da 2:ª Divisão do Campeonato Nacional de Voleibol.
— Começa agora a 2.ª Divisão de voleibol, como é que o Castelo Branco SC encara a nova temporada?
— Estamos bastante motivados. Esta é a segunda participação de Castelo Branco SC com uma equipa masculina nesta Divisão. Para alguns elementos é a primeira vez o que faz com que estejamos bastante entusiasmados e ansiosos por iniciar a competição.
— Há um objetivo fixado, ou a equipa abordará a competição jogo a jogo?
— Para já o objetivo principal é garantir a manutenção. Não temos muita experiência nesta Divisão como outros grupos que fazem parte da mesma praticamente desde que foi criada, pelo que outro dos objetivos é formar uma equipa que se mantenha coesa e um grupo para o futuro.
— Qual é o perfil da equipa: jogadores locais, jogadores de fora, que importância têm uns e outros?
— Todos os jogadores são importantes. Logicamente que apresentam diversas habilidades e características individuais, mas para mim enquanto treinadora, isso é que enriquece um coletivo. Os jogadores são todos da ilha, há exceção de três, que apesar de não serem faialenses, são habitantes. Ou seja, não contamos com jogadores contratados.
— Atualmente existem condições de treino, humanas e físicas, ou há dificuldades?
— A maior dificuldade que enfrentamos é o facto desta ser uma equipa totalmente amadora. Todos os atletas têm os seus trabalhos e por vezes conciliar a vida familiar e principalmente a profissional com o treino e, eventualmente, alguns jogos, é o maior desafio do grupo. No entanto são bastante comprometidos com o futuro do clube e contamos sempre com a maioria o que tem vindo a enriquecer o trabalho.

ESCRITO POR
José Manuel Souto Gonçalves
SEXTA-FEIRA 16H25
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