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Fotografia de arquivo com direitos reservados
Furacão Gabrielle, porto da Horta, 2 de outubro de 2025
Pelo menos no calendário estamos livres, a partir de hoje e nos próximos meses, dos furacões
José António Martins Goulart, professor catedrático jubilado da Universidade dos Açores, lembrou, na sua conta da rede social Facebook, que o último dia do mês de novembro encerra a temporada oficial de 2025 dos furacões no Oceano Atlântico Norte, onde os Açores estão localizados e sofrem, frequentemente, com a passagem por estas ilhas destes fenómenos meteorológicos.
A temporada de 2025 dos furacões no Atlântico Norte «ficará inscrita na história da meteorologia em virtude da ocorrência de um novo recorde de velocidade de vento (rajada máxima) gerada por um ciclone tropical (“Melissa”)», que atingiu 405,5 km/h, escreveu Martins Goulart, que se mantém interessado e atento, desde a juventude e influenciado pelo seu pai, ao comportamento dos “ares” açorianos e não só.
Martins Goulart recorda na sua publicação que «foi o “Gabrielle”, embora enfraquecido», que «causou danos» nos Açores, pois o arquipélago foi poupado pelo “Melissa”.
A rajada máxima do “Gabrielle” aconteceu na Horta, com uma velocidade de 154 km/h, especifica Martins Goulart, acrescentando que «em termos de precipitação, o valor mais elevado foi de 53 litros por metro quadrado acumulados em três horas na Graciosa».




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