PARQUES (QUASE) VAZIOS

Fui ontem à cidade e decidi estacionar na Avenida Machado Serpa, em frente à sede-ginásio do Fayal Sport. Naquela extensa área, entre as duas pontes mais antigas da ribeira, contei pouco mais de meia dúzia de carros. Segui pela ponte mais recente, de madeira e, em breves minutos, estava no centro. Hoje, voltei à cidade e estacionei no parque provisório, por trás do Parque da Rua de São João. Contei, incluindo a minha viatura, duas dezenas de carros. Desci para o centro, almocei e decidi ir espreitar, a pé, o parque de estacionamento em frente à igreja do Carmo. Não tinha 20 carros. Antes de regressar a casa desci a Rua de Jesus e vi cerca de duas dezenas de automóveis no parque provisório.

A cidade está em obras e por isso muitos estacionamentos foram eliminados temporariamente. No entanto, com a criação dos parques provisórios, com exceção do parque da Rua de Jesus, há abundância de lugares disponíveis.

Conclusão: reclama-se que não há estacionamento, mas, não é verdade, porque se fosse verdade estes parques estavam ocupados pelas viaturas que ficaram sem estacionamento por causa das obras.

Além disso, já antes das obras a Avenida Machado Serpa só era ocupada ao fim de semana, quando se realizam provas desportivas no Estádio da Alagoa, precisamente nos dias em que sobra estacionamento no interior da cidade. | x

Discover more from soutoemlinha

Subscribe now to keep reading and get access to the full archive.

Continue reading